quarta-feira, 13 de maio de 2009

Coloração de Cabelo para o Inverno 2009

A Koleston, marca de tinturas para cabelos reconhecida mundialmente como lançadora de tendências e pela alta performance de seus produtos, uniu-se à Iodice para apresentar às consumidoras suas apostas em coloração para a temporada outono/inverno 2009.

Para manter sua tradição a Koleston sempre participa de importantes eventos de moda como, por exemplo, o SPFW e gera uma ação de perfeita sintonia entre o universo feminino e a moda.

Tonalidades de louro da Koleston inverno 2009

A marca de coloração assina os tons dos cabelos de três modelos do casting, formada pelos tons, louro escuro, louro médio e louro claro. O nome da mais nova coleção é “New Blonde” e promete esquentar a cabeça de muita mulher neste próximo inverno.

A baixo segue algumas fotos do desfile da parceria entre a Koleston e a Iodice. As modelos estão com as madeixas pintadas com os novos tons de loiro e vestidas basicamente com looks pretos.

Tendência de cabelos louros para o inverno 2009

Uma das cores mais populares para o inverno é o vermelho. Os variados tons de vermelho prometem dar um olhar mais quente e intenso para a temporada, seguindo também pelos tons Borgonha, chocolate e cobre.

Tedência de cabelos avermelhados inverno 2009

Não podemos esquecer do preto ou dos tons mais escuros, pois estes nunca saem de moda e fazem sempre muito sucesso no inverno.

Após demonstrar as novas cores de cabelo, deixa clara a ideia de que o inverno é o momento de neutralizar os tons dos cabelos e desaparecer com aquelas mechas claras do verão.

Parceria entre Koleston e Iódice inverno 2009
Tendência de Cabelos escuros para o inverno 2009

A estação mais fria de 2009 pede algo sofisticado e chique, uma mulher que, se estiver com os cabelos brilhantes, bem tratados e cheios de vida, irá arrasar na próxima estação.

O louro escuro da Koleston mais conhecido como “número 60” é uma nuance quase que universal e fica bem na maioria das mulheres. O louro acobreado “número 80” também marcar forte presença neste inverno e fica ótimo para as mulheres de pele mais clara.

Para comprovar que os louros sutis estão na moda, nada melhor do que as celebridades lançadoras e consumidoras de tendência como, por exemplo, Jessica Alba, Nicole Richie, Drew Barrymore e Cameron Dias. Estas são algumas famosas que já adotaram o louro mais fechado e ficaram mais bonitas do que nunca para o inverno europeu e norte-americano.

A parceria entre a Koleston e Iodice deixou claro que o principal objetivo das marcas é a beleza das mulheres, combinando o visual do rosto com a eficiência e sofisticação das roupas.

O cabelo é um dos principais destaques em uma mulher

- Para as mulheres que pintam os cabelos em casa, devem estar sempre antenadas com os cuidados pós-coloração, pois estes são tão importantes quanto a própria coloração. O melhor a fazer é dar banho de creme nos cabelos no mínimo uma vez por semana ou no máximo a cada 15 dias;

- A manutenção da coloração deve ser feita mensalmente e toda mulher sabe que para manter a saúde dos fios todo cuidado é pouco, principalmente no inverno;

- Outra dica para conservar os fios bonitos, recomenda-se uma aplicação semanal do tratamento Gloss Intenso, composto por extrato de amêndoas e brilho intenso.

Fernanda Sartori Fernandes

Redação


Maison Esmell

Rua Anibal de Mendonça 199 Ipanema Rio de Janeiro Tel:(21)2511-2348/(21)2529-8774/(21)2523-1955

Photon Hair Maison Esmell


Depois da febre dos alisamentos, a moda absolveu os cachos e as mulheres resolveram assumi-los com tudo. No entanto, ainda há quem se sinta muito melhor e mais bonita com os cabelos retinhos. O alisamento japonês foi o "pai" dos fios esticados, mas muitas reclamavam do alto custo, do efeito muito liso e às vezes pouco natural. A escova progressiva, bem mais barata, parecia a salvação das madeixas encaracoladas, até foi parar no banco dos réus devido aos danos causados pelo formol usado em sua composição.

Especialistas buscando uma solução que proporcionasse um liso natural e saudável encontraram a "luz no fim do túnel": o Photon Hair, uma técnica que alisa e trata os fios ao mesmo tempo. Uma caneta de luz fotônica potencializa a absorção do produto pelo cabelo, dispensando uma química muito forte.
- Enquanto outros métodos usam uma fórmula com composição média de 8% de tioglicolato de amônia, o Photon Hair tem apenas 2%, o que agride bem menos os fios - explica a cabeleireira da Maison Esmell.

Ao contrário da progressiva, que sai com as lavagens e dura cerca de 2 meses, o Photon Hair dura em média de 6 meses a até 1 ano, pois seu efeito vai saindo conforme o crescimento da raiz - que então deve ser retocada. Uma outra vantagem é que o tratamento permite que as mechas sejam modeladas, ou seja: quando enjoar do look escovado, é possível ganhar um ar com mais movimento, ondulando as pontas.

A técnica pode ser usada em quem tem cabelos pintados, com balaiagem ou já alisados por outros métodos. Quem tem fios muito cacheados não observará o liso total, mas o volume pode baixar em até 60%.
- Um grande benefício desta novidade é que ela trata os cabelos ao mesmo tempo. A uma certa altura, os fios ganham uma nanoqueratinização, um tratamento à base de micromoléculas de queratina, que fecha as escamas abertas dando um aspecto brilhoso e macio .

O custo da técnica pode variar entre R$ 250 e R$ 1.500. Veja a seguir o passo a passo.

Início

Os fios são lavados com um xampu de limpeza profunda, e depois ficam alguns minutos com uma máscara hidratante. Então, são secos de leve com um secador.

O processo

A cabeleireira aplica mecha por mecha o produto à base de tioglicolato de amônia a 2%, potencializado com a ação da caneta de luz fotônica, que emite o feixe de luz azul. Depois o cabelo é enxagüado, passa pela nanoqueratinização e então é aplicada uma chapinha especial. Após esse processo, os fios recebem outra solução para "selar" o alisamento e passam pela chapinha mais uma vez.

E finalmente...

Cerca de quatro horas depois, o resultado: um look liso e natural, sem a essidade de finalizar com escova, pois as madeixas já estão retas e controladas.

Consultoria

Maison Esmell (Falar Com Dani Carneiro)
Rua anibal de Mendonça-199 -Ipanema-Rio de Janeiro

Tel:(21)2511-2348/(21)2523-1955/(21)2529-8774

segunda-feira, 27 de abril de 2009

MAISON ESMELL & JAMBERT







Dois grandes salões de categoria agora trabalhando juntos, proporcionando qualidade ainda maior a toda nossa clientela.

Rua Aníbal de Mendonça, 199 Casa. Rio de Janeiro - RJ. Ipanema

Casa próxima a esquina da Rua Nascimento Silva.

Tels.: 2523-1955 / 2511-2348

E-mail: esmelljambert@esmelljambert.com.br




sexta-feira, 11 de julho de 2008

MAISON ESMELL & SASSON ACADEMY




































HIPNOTISE www.danicarneiro.com


CERIMONIALISTAS




Eles são (quase) tão importantes quanto os noivos
Quem são os cerimonialistas que organizam os mais badalados casamentos do Rio
Sofia Cerqueira e Debora Ghivelder
Veja também
As dicas dos cerimonialistasSim. A palavra curta, simples e tão esperada é o ápice de qualquer casamento. Para que os noivos cheguem a ela, entretanto, uma longa jornada recheada de "sins" e "nãos" terá se iniciado, freqüentemente, um ano antes, em um encontro comercial. E só terminará muitas horas depois, quando o último convidado deixar a recepção. Atento a todos os passos, um especialista se responsabiliza pelo sucesso da cerimônia. Desde a escolha da igreja, entrega dos convites, decoração do salão, segurança dos convidados, bufê, música até a limpeza dos banheiros. É o cerimonialista, um tipo de profissional cada vez mais requisitado por quem deseja se casar em grande estilo. "Nossa função é interpretar os desejos dos noivos, reunir todos os serviços e cuidar para que tudo dê certo", resume Roberto Cohen, o mais procurado cerimonialista da cidade e que faz em média oito casamentos por mês. "A gente lida com a ansiedade de várias pessoas. É uma adrenalina muito grande. Você não pode falhar, a festa não tem conserto no dia seguinte", acrescenta o cerimonialista Ricardo Stambowsky, um dos preferidos da alta sociedade carioca. Para viabilizar as vontades dos noivos, essa seleta turma cobra entre 4 000 e 12 000 reais pelo serviço. É só o começo. Uma grande boda, com direito a igreja ornamentada, fundo musical, recepção em lugar badalado, serviço de primeira, DJ e banda ao vivo, ultrapassa a casa dos 100 000 reais e pode beirar os 200 000 facilmente. "O casamento mais caro não é necessariamente o melhor. O importante é aliar os serviços aos sonhos dos noivos", completa a pioneira no mercado, Helena de Brito e Cunha, quarenta anos de experiência.
São justamente os anos de prática que fazem com que esses profissionais jamais saiam para um evento sem levar a mala de trabalho. Nela carregam martelo, prego e superbonder para saltos quebrados, linha e agulha para frágeis alças de vestidos, uma bela caneta na falta de uma na hora de assinar a certidão, sachê de sal para pressão baixa, band-aid, analgésicos, antiácidos e até remédios para o coração. A atividade envolve enorme expectativa, boas doses de tensão e, não raro, grandes imprevistos. Roberto Cohen já teve de providenciar o resgate de um noivo e de sua mãe de um elevador que despencara momentos antes de começar a cerimônia. "Foi um sufoco! Tive de mandar a noiva voltar e, ao mesmo tempo, achar alguém para tirá-los dali. Deu tudo certo", conta ele, com vinte anos de estrada. Cohen, que era dentista, como a maior parte dos cerimonialistas começou no ofício meio por acaso. Socorreu uma amiga enlouquecida com os preparativos de seu casamento. Nunca havia feito isso. Hoje tem uma extensa lista de clientes, que vão de celebridades, como a modelo Georgia Wortmann e o jogador de vôlei Tande, a filhas de grandes empresários e gente de famílias como Matarazzo, Geyer e Galotti. Sobrenomes de peso também são o forte da agenda de Ricardo Stambowsky, advogado por formação, que descobriu o talento para eventos ao aceitar o desafio de um amigo de fazer o casamento da filha de um político, para 2 500 convidados, em 1985. Até hoje é a maior festa realizada por ele, que se orgulha de ter ajudado a unir filhas do advogado Sérgio Fadel, netos de Roberto Marinho, membros da família Natan Kimelblat e famosos, como Regina Casé e Estevão Ciavatta. "Na organização de um casamento, você acaba virando analista", diz. Em algumas ocasiões, até médico. Certa vez, um senhor caiu duro na primeira fila da igreja, supostamente morto. Stambowsky fez com que os seguranças tirassem o homem da igreja pelos braços, como se o estivessem amparando, e providenciou socorro. Era só uma queda de pressão, e o casamento foi salvo.
Jogo de cintura é fundamental. Mas algumas regras também fazem parte do cotidiano de um cerimonialista. O trabalho com os noivos começa um ano antes da data escolhida, com sucessivas reuniões para escolher os serviços. No dia da troca de alianças, o profissional acompanha a montagem da igreja e do local da recepção e segue, madrugada adentro, supervisionando tudo. É em média uma jornada de mais de doze horas, andando de lá para cá. "Sempre oriento toda a minha equipe. Ninguém deve se sentar ou comer no salão. Beber, jamais", destaca Thaïs de Carvalho Dias, que, depois de trabalhar dois anos com Helena de Brito e Cunha, montou sua empresa, há dezoito anos. Atualmente, ela faz uma média de seis eventos por mês. Thaïs se casou cedo, era dona-de-casa, mas sempre adorou festas. "Ainda choro em casamentos. A gente se apega às noivas", conta ela, que se permite quebrar apenas esse protocolo. As regras não valem só para os organizadores. A cerimonialista Amarilis Vianna, que atua na área desde os anos 70, estende os cuidados aos noivos. Tem uma lista de conselhos que sempre repete: "Digo que não deixem de comer, que não esqueçam a caneta e que gastem a sola do sapato para não escorregar". Thaïs chega ao extremo de designar uma das recepcionistas para a função de "babá de noivos". Ela lembra que eles costumam ficar de barriga vazia e bebericar nos copos dos convidados. "Para não se embebedarem, oriento a funcionária a dar o tempo todo água, refrigerantes e comida", diz. Mesmo com todos os cuidados, alguma coisa pode fugir ao controle. Amarilis já teve de tirar do próprio dedo a aliança e pegar outra com um dos padrinhos para substituir as esquecidas pelo noivo.
Se existem regras, também é quase uma convenção entre os cerimonialistas se vestir de preto ou azul-marinho. "O profissional não tem de competir com os convidados", decreta Helena de Brito e Cunha, que estudou relações públicas em Bruxelas, fez assessoria de cerimonial no Ministério da Fazenda na década de 60 e tem uma bagagem de mais de 500 eventos, como banquetes, festas de 15 anos e incontáveis casamentos. Na clientela, políticos, empresários e sobrenomes como Monteiro de Carvalho, Magalhães Pinto, Haegler, Galvêas e Peixoto de Castro. Ela começou numa época em que não havia casas de festas, as mães organizavam o casamento das filhas e pouca gente era familiarizada com a sigla francesa RSVP (em português, responda, por favor). Ela criou rituais adotados por todos, como a apoteótica entrada dos noivos no salão depois de os convidados estarem acomodados, e lançou vários profissionais, de floristas a decoradores. Mas nem tudo são flores nesse campo. "Já tive gente que trabalhou comigo e foi embora levando a minha lista de fornecedores e clientes agendados naquele ano", dispara ela, que hoje organiza apenas um matrimônio por mês.
Não importa o número. Cuidar de uma cerimônia dessas é um trabalho insano. Uma única festa envolve mais de 150 profissionais e uma lista de serviços em torno de 35 itens. Entre eles, reserva da igreja, aluguel do carro, contratação do fotógrafo e pagamento ao Ecad pelos direitos autorais das músicas tocadas na festa. Sem falar na compra de brindes, como maracas, pisca-piscas e marabus, hoje uma febre nas pistas de dança. Também virou mania animar a festa com bateria de escola de samba. Existem outras dificuldades. "Todo mundo quer se casar no sábado", diz Cohen. Há sempre as igrejas mais concorridas e os salões da moda. "Maio deixou de ser o mês preferido. E ninguém quer se casar nos meses de verão", comenta Amarilis. As exceções são os noivos estrangeiros, que juntam casamento e férias por aqui Embora a cidade registre a cada ano enlaces suntuosos, como os das filhas de Sérgio Fadel, que tiveram 1 500 convidados e envolveram a construção de pavilhões especiais no Forte de Copacabana, em 2001, e na Marina da Glória, em 2002, para abrigá-los, a média é de 300 a 500 convidados. E o curioso é que às vezes o noivo (ou a noiva) é mais fiel ao cerimonialista do que ao parceiro. "Já fiz três casamentos para uma mesma noiva. Ela brinca que muda de marido, mas nunca de cerimonialista", diverte-se Stambowsky. Como se vê, o que não falta é gente querendo dizer sim.
MAISON ESMELL (21)2511-2348/(21)2529-8774